
Equipe Focus
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Felipe Santa Cruz, Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, criticou a conduta de simpatizantes ao período militar, iniciado em 31 de março de 1964 e finalizado em 1985.
Para o presidente do Conselho Federal da OAB, “Em um cenário de crise econômica, com quase 13 milhões de desempregados, é preciso olhar para a frente e tratar do que importa: o futuro do povo brasileiro. Comemorar a instalação de uma ditadura que fechou instituições democráticas e censurou a imprensa é querer dirigir olhando para o retrovisor, mirando uma estrada tenebrosa”.
O representante mor dos advogados (as), defende a união do País e questiona a quem interessa tal celebração de um regime “que mutilou pessoas, desapareceu com seus inimigos, separou famílias e torturou tantos brasileiros e brasileiras, inclusive mulheres grávidas”. Ao fim, Santa Cruz alerta que o ódio do passado não permita que “envenenem” o presente, destruindo assim o futuro.
Com essa declaração do presidente da OAB, já contabilizam-se três manifestações de entidades e órgãos públicos contrárias à festividade pelo “Golpe de 1964”. Na lista, estão o Ministério Público Federal que publicou uma nota pública e a Defensoria Pública da União que ingressou com uma Ação Civil Pública.
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