
“Acusação não é julgamento, muito menos ainda antes de qualquer defesa. Considerar denunciado como se fosse condenado é imperdoável, desprezível pré-julgamento, medonho linchamento”. A afirmação é do presidente da OAB-DF, Juliano Costa Couto, em Nota de Esclarecimento, negando todas as acusações feitas contra ele pelo Ministério Público Federal.
Couto afirmou que nunca foi chamado para prestar qualquer esclarecimento sobre o tema. Negou ainda que fosse advogados dos dirigentes da J&F ou que tenha sido contratado para atuar em operações e/ou ações do grupo.
Juliano Costa Couto, o procurador da República Ângelo Goulart, o advogado Willer Tomaz, o empresário Joesley Batista e mais duas pessoas foram denunciados pelo Ministério Público Federal por crimes como corrupção e lavagem de dinheiro, além de violação de sigilo funcional.
Veja a Nota de Esclarecimento.








