
Fábio Campos
O pedido de reforço federal por parte do TRE para a segurança da campanha eleitoral no Ceará acabou por gerar desconforto para Camilo Santana (PT), que é a autoridade responsável por encaminhar (ou não) a questão.
Há várias leituras envolvendo o caso. Levar adiante o pedido é como admitir que o Estado não pode garantir a segurança do pleito. Não pedir o reforço é uma decisão arriscada. Afinal, possíveis problemas poderiam cair como uma bomba no no colo do governador-candidato. É claro, a oposição saberia usar o fato para culpá-lo pela insegurança e por ter recusado o pedido de ajuda federal.
Outro ponto: está na ponta da língua de Camilo Santana responsabilizar o Governo Federal por boa parte do problemas na segurança. Sendo assim, qual o problema pedir forças auxiliares federais para compartilhar a segurança durante o período eleitoral?







