
Equipe Focus
O TSE decidiu na noite desta sexta-feira, 31, indeferir a candidatura de Lula à Presidência. O voto decisivo veio do ministro Admar Gonzaga. Todos os ministros aceitaram que Lula era inelegível, tomando com base a lei da ficha limpa. As maiores discussões aconteceram com relação a vinculação ou não da justiça brasileira ao Comitê de Direitos Humanos da ONU, que proferiu recomendação para deferimento da candidatura do petista, até transitado em julgado a condenação criminal de Lula. Gonzaga deu o quarto voto favorável, decretando a maioria da corte.
Votaram a favor do indeferimento, seguindo o voto do relator ministro Barroso, os ministros Mucci, Og Fernandes. O ministro Edson Fachin abriu a divergência, sendo voto minoritário.
Com a decisão, o PT terá 10 dias para promover a substituição de Lula na chapa. Os petistas já trabalham com a posição de que Fernando Haddad assuma a cabeça da chapa, tendo Manuela D´Avila como candidata a vice-presidente. A decisão também impediu que Lula viesse a ser apresentado no horário eleitoral gratuito como candidato, frustrando a estratégia dos petistas, que tentam colar a imagem de Lula a Haddad.







