
Por que importa:
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, descartou publicamente qualquer candidatura à Presidência, mesmo se houver pedido direto de Jair Bolsonaro. O gesto ajuda a organizar o campo bolsonarista e reduz ruídos na direita.
O que ele disse:
- “Isso não vai acontecer. Mas eu diria não.”
- Disse que já afirmou a Bolsonaro que sua posição é “ficar em São Paulo”.
- Reforçou que não costuma tratar de eleições com o ex-presidente.
Contexto:
A declaração foi dada em entrevista à Jovem Pan Sorocaba. Tarcísio visita Bolsonaro nesta quinta-feira (29), mas define o encontro como pessoal, não político.
Entrelinhas:
- Tarcísio rejeita o papel de “plano B” do bolsonarismo.
- Preserva capital político em SP e evita disputa antecipada.
- Mantém lealdade sem avançar sobre o espaço da família Bolsonaro.
Quem ele apoia:
O governador reafirmou apoio a Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência.
“Se ele foi o escolhido, meu candidato é o Flávio.”
O que observar:
- A negativa pública reduz especulações e disciplina a base.
- Tarcísio se posiciona como aliado confiável, não como competidor.
- Em um campo sob pressão jurídica e política, previsibilidade vira ativo.
Linha de fundo:
Ao dizer “não”, Tarcísio não se afasta do projeto — ele o estabiliza. Em política, recusar no tempo certo também é estratégia.
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