
O secretário de Saúde de Maracanaú, Capitão Wagner (UB), disse “era o menos interessado que o movimento do motim dos policiais acontecesse” e que foi justamente um dos pontos que influenciou na derrota em 2020, quando o atual gestor, José Sarto (PDT), venceu por pouco no segundo turno.
“Contestei e publiquei um vídeo falando isso na época”, declarou. A fala foi dada no Focus Colloquium, comandado pelo editor e jornalista Fábio Campos.
“Me coloquei contra ao movimento e, infelizmente, o senador Cid foi negociar, perdeu a cabeça e foi tentar passar por cima dos policiais. Quero nem entrar no mérito de quem estava certo ou errado”, disse. “Todo mundo errou ali”.
“Mas, em uma eleição tão acirrada, qualquer coisa pode ser responsável pela derrota. A falta de aliança, por exemplo, visto que todo mundo foi para o lado do Sarto. Enfim, uma série de fatores pode ter influenciado (além do motim)”, explicou.
“E de lá pra cá, a gente percebe um movimento de arrependimento da população. Acreditaram que colocar um médico iria melhorar as coisas, e a própria saúde do município não está bem”, declarou em referência ao Sarto.
“Há uma grande carência. Hospitais fechados, emergências que não funcionam e isso gera na população um pensamento de que ‘não é porque é médico vai melhorar a saúde’. Esse sentimento de arrependimento pode nos dar uma condição diferençável”, enfatizou. CW já confirmou sua candidatura pelo União Brasil para a capital cearense em 2024.
Confira a entrevista completa:
Capitão Wagner confirma candidatura em Fortaleza: “Não há motivos para não ser”







