
O cearense e líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT), indicou o empresário Bruno Alencar Firmo Barreira para a diretoria de administração do Banco do Nordeste (BNB).
O empresário tem bom relacionamento com os petistas e suas respectivas gestões. Em 2021, por exemplo, ainda no governo de Camilo Santana (PT), atual ministro da Educação, o empresário foi diretor de Gestão Corporativa da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece).
Importante destacar, no entanto, que Alencar é cobrado na Justiça pelo próprio banco por dívidas de cerca de R$ 200 mil. O sujeito é alvo de pelo menos dois processos movidos pelo BNB no Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), em 2011 e 2012.
As ações indicam dívidas totais aproximadas de R$ 68 mil e R$ 149 mil para empresas controladas por ele, a Home Sound Comércio e Importação de Áudio e Vídeo, respectivamente.
Questionado, Guimarães não respondeu o portal Metrópoles. Tal qual Alencar, que nem identificado ou localizado foi.
Em nota enviado ao Focus, o administrador Bruno Alencar Firmo Barreira esclarece que a dívida contraída por sua antiga empresa está em processo avançado de negociação para quitação em parcela única.
Confirma o comunicado na íntegra:
“O administrador Bruno Alencar Firmo Barreira esclarece que a dívida contraída por sua antiga empresa está em processo avançado de negociação para quitação em parcela única. O outro débito com a instituição financeira foi decorrente da condição de avalista de seu ex-sócio que não pagou um empréstimo pessoal. Nesse caso, apesar de não ter sido responsável pela inadimplência também acionou o banco para quitar esse débito. Importante destacar que a referida sociedade foi desfeita e a empresa que contraiu o empréstimo está inativa, ficando apenas a discussão sobre o valor real a ser liquidado.
Por fim, vale ressaltar que Bruno Alencar é um profissional altamente qualificado, reconhecido como gestor experiente, além de respeitado nas empresas onde trabalhou. Ao longo da carreira, atuou como assessor da presidência e, posteriormente, como Diretor de uma grande empresa de economia mista, a Companhia de Água e esgoto do Ceará. Durante os oito anos que esteve à serviço da empresa, prestou um serviço de excelência, sempre pautado pela ética, pelo equilíbrio e pela eficiência.”







