Lula fala com presidentes do Irã e da Turquia sobre guerra entre Israel e Hamas

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Foto: Fábio Pozzebom /Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou, nesta terça-feira, 17, com os presidentes do Irã, Ebrahim Raisi, e da Turquia, Recep Erdogan, sobre a guerra entre o grupo Hamas e Israel. Nas conversas, que ocorreram de forma separada, o petista pediu ajuda para a libertação do grupo de cerca de 30 brasileiros que estão na Faixa de Gaza e a criação de um corredor humanitário para que estrangeiros cheguem ao Egito.

Na conversa com Erdogan, de acordo com nota divulgada pelo Palácio do Planalto, ambos os presidentes concordaram que são “inaceitáveis” os ataques contra civis. O brasileiro reforçou a necessidade de um cessar-fogo e da criação de um corredor humanitário para que os estrangeiros possam sair pela fronteira do Egito.

Lula pediu ao presidente turco ajuda para a libertação do grupo de cerca de 30 brasileiros que estão na Faixa de Gaza e aguardam uma passagem para seguirem ao Egito. Segundo a nota, “Erdogan se dispôs a ajudar no que puder pela saída dos brasileiros”.

“O presidente Lula ainda disse que está esperando pela visita de Erdogan ao Brasil no ano que vem, na cúpula do G-20. E que deseja um mundo com menos guerra e mais paz, com menos pobreza e mais emprego”, diz o Palácio do Planalto.

Já no telefonema com Raisi, Lula também falou sobre o grupo de brasileiros que aguarda a saída da Faixa de Gaza. De acordo com nota divulgada pelo Palácio do Itamaraty, o presidente iraniano defendeu o fim imediato dos bombardeios de Israel e o fim do bloqueio da Faixa de Gaza.

O brasileiro reiterou seu pedido para que se construa um “consenso” para a criação de um corredor humanitário. “Lula fez um apelo pela libertação de todos os reféns, que seria o melhor sinal para um apelo pelo fim dos bombardeios em Gaza”, escreve a nota.

Os telefonemas ocorreram no Palácio da Alvorada, residência oficial da presidência. Lula permanece na residência desde que foi submetido a duas cirurgias no último dia 29. Nesta manhã, fora da agenda, ele se reuniu presencialmente com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou, nesta terça-feira, 17, com os presidentes do Irã, Ebrahim Raisi, e da Turquia, Recep Erdogan, sobre a guerra entre o grupo Hamas e Israel. Nas conversas, que ocorreram de forma separada, o petista pediu ajuda para a libertação do grupo de cerca de 30 brasileiros que estão na Faixa de Gaza e a criação de um corredor humanitário para que estrangeiros cheguem ao Egito.

Na conversa com Erdogan, de acordo com nota divulgada pelo Palácio do Planalto, ambos os presidentes concordaram que são “inaceitáveis” os ataques contra civis. O brasileiro reforçou a necessidade de um cessar-fogo e da criação de um corredor humanitário para que os estrangeiros possam sair pela fronteira do Egito.

Lula pediu ao presidente turco ajuda para a libertação do grupo de cerca de 30 brasileiros que estão na Faixa de Gaza e aguardam uma passagem para seguirem ao Egito. Segundo a nota, “Erdogan se dispôs a ajudar no que puder pela saída dos brasileiros”.

“O presidente Lula ainda disse que está esperando pela visita de Erdogan ao Brasil no ano que vem, na cúpula do G-20. E que deseja um mundo com menos guerra e mais paz, com menos pobreza e mais emprego”, diz o Palácio do Planalto.

Já no telefonema com Raisi, Lula também falou sobre o grupo de brasileiros que aguarda a saída da Faixa de Gaza. De acordo com nota divulgada pelo Palácio do Itamaraty, o presidente iraniano defendeu o fim imediato dos bombardeios de Israel e o fim do bloqueio da Faixa de Gaza.

O brasileiro reiterou seu pedido para que se construa um “consenso” para a criação de um corredor humanitário. “Lula fez um apelo pela libertação de todos os reféns, que seria o melhor sinal para um apelo pelo fim dos bombardeios em Gaza”, escreve a nota.

Os telefonemas ocorreram no Palácio da Alvorada, residência oficial da presidência. Lula permanece na residência desde que foi submetido a duas cirurgias no último dia 29. Nesta manhã, fora da agenda, ele se reuniu presencialmente com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

Agência Estado

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