
Equipe Focus
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Em um encontro com o vice-presidente de Relações Governamentais da GM, Marcos Munhoz, o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do ministério da Economia, Carlos da Costa, informou que caso a montadora precisa encerrar as atividades das fábricas no País, não haverá interferência ou socorro por parte do Governo Federal.
A informação, sustentada pela Folha, mostra que Munhoz e Costa tiveram uma reunião no dia 4 de janeiro. Na ocasião, o executivo da fabricante relatou que a empresa corre o risco de fechar as unidades produtivas de São Caetano do Sul e São José dos Campos, ambos municípios localizados em São Paulo. Em resposta, o secretário disse: “se precisar fechar, fecha”. Ao todo, trabalham nas unidades 13 mil funcionários.
Enquanto não há definição, o titular da Secretaria da Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles, estuda a possibilidade de socorrer a GM com a liberação de crédito ICMS antecipado. Por ora, o Governo Federal, nem o presidente Jair Bolsonaro, se pronunciaram sobre o assunto.
No dia 21, o executivo-chefe da GM no Brasil e na Argentina, Carlos Zarlenga, informou que a operação atingiu no País um momento crítico e que “exigirá sacrifício de todos”. A mensagem foi direcionada às fábricas da empresa no Brasil.
O texto fez menção aos comentários proferidos pela presidente-executiva, Mary Barra, durante apresentação a investidores sobre os desafios na América do Sul. Na ocasião, Barra ressaltou que não iria “continuar implantando capital para perder dinheiro”.







