Nathália Bernardo
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A Secretaria da Fazenda do Ceará (Sefaz) está traçando um plano de ação para solucionar a demora na emissão de notas fiscais, que vem trazendo transtornos a lojistas e clientes. A ideia é reduzir a interferência do integrador, equipamento que faz a intermediação entre estabelecimento e Fisco, nas transações.
A forma de execução ainda está em estudo pela equipe de TI do órgão. Segundo a secretária Fernanda Pacobahyba a questão é tratada como prioritária e foi uma das pautas da reunião que ela teve na manhã deste sábado, 26, com o secretário Élcio Batista (Casa Civil).
O órgão também avalia a necessidade de realizar treinamentos e a partir de segunda-feira, 28, começará uma série de reuniões com empresários que relatam problemas constantes. Pacobahyba afirma que a etapa é necessária por nem sempre a demora se tratar de um problema no sistema da Sefaz, justificando muitos dos casos com a falta de conhecimento técnico das empresas sobre o módulo eletrônico.
Hoje, há cerca de 30 mil módulos em operação no Ceará, compreendendo em torno de 20 mil contribuintes. Até o dia 31 de julho, todos os varejistas do Estado terão de adotá-lo. “É um projeto que está em construção”, diz a secretária, que frisa que o Estado não abrirá mão do sistema. Cada equipamento custa entre R$ 1.300 e R$ 2 mil.
Mercadinhos São Luiz
Nesta semana, o empresário Severino Neto (Mercadinhos São Luiz) divulgou mensagem aos clientes pedindo desculpas pela demora nos caixas de duas lojas da rede, atribuindo o transtorno ao sistema da Sefaz. Ao Focus, neste sábado, ele contou que o caso foi resolvido com participação do órgão. Neto conta que as dificuldades com o módulo eletrônico são frequentes, mas que acredita nos técnicos da Secretaria.







