
Equipe Focus
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Em depoimento à PF na segunda-feira, 11, no caso do inquérito aberto após denúncias do ex-ministro Sergio Moro, o delegado Ricardo Saadi, que atuou como superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro (do início de 2018 até agosto de 2019), disse não ter recebido pedidos de Bolsonaro para interferir em investigações no estado.
Segundo trecho do depoimento, “durante a gestão do depoente como superintendente do Rio de Janeiro, pela Presidência ou por terceiros em nome dela, não recebeu pedido formal ou oral de início de investigações ou de arquivamento”.
O delegado ainda pontuou “que durante a gestão do depoente como superintendente do Rio de Janeiro, pela Presidência ou por terceiros em nome dela, não recebeu pedido formal ou oral de interferência em investigações”.
Ricardo Saadi reforçou que o chefe do Executivo nunca interferiu em eventuais investigações relacionadas à sua família. “Que durante a gestão do depoente como superintendente do Rio de Janeiro, pela Presidência ou por terceiros em nome dela, não recebeu pedido formal ou oral de interferência em eventuais investigações relacionadas ao presidente Jair Bolsonaro, familiares seus, ou pessoas ligadas a ele.”







