
Equipe Focus
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O presidente Jair Bolsonaro afirmou que a gravação com a reunião ministerial de 22 de abril devia ter sido destruída.
“A fita era para ser, inclusive, destruída. Após aproveitar algumas imagens para a divulgação. Não sei por que não foi”, declarou após ser questionado por alguns jornalistas em frente ao Palácio do Planalto na tarde desta terça-feira, 12.
Segundo O Antagonista, o cartão de gravação foi formatado. Nesse sentido, o ministro do STF, Celso de Mello, cobrou o vídeo sob ameaça de busca e apreensão. Contudo, foi feito backup do arquivo pela Assessoria Especial da Presidência.
De acordo com investigadores que acompanharam a exibição da película no Instituto Nacional de Criminalística da PF em Brasília, o conteúdo da gravação é “devastador” e também “escancara a preocupação do presidente com um eventual cerco da Polícia Federal a seus filhos”.
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