
Equipe Focus
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O Ministério da Educação não tem, nesse momento, como pagar, no mês de dezembro, os 14 mil médicos residentes de hospitais federais e outros cerca de 100 mil bolsistas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, a Capes. As informações são da equipe de transição do governo Lula (PT).
Esse impasse acabou rendendo uma onda de críticas de figuras cearenses. O primeiro deles foi o deputado federal Mauro Filho (PDT), que anunciou essa questão como algo “inadmissível”. “Insisto: o Congresso Nacional precisa debater mais e analisar melhor o Orçamento da União e a gestão financeira do Brasil”, apontou o pedetista em suas redes sociais.
O deputado Denis Bezerra (PSB) também aproveitou a situação e se manifestou. “A educação pede socorro, não há verba para pagar bolsistas e residentes! Um desrespeito com a população e falta de compromisso com o futuro do Brasil. Quem paga a conta do descaso é o povo”, argumentou em suas redes sociais.







