
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nesta quinta-feira, 16, que a reforma tributária não reduz a carga tributária do País para a indústria, mas ajudará o setor a partir da extinção de cumulatividade, resultando em desonerações para investimentos e exportações. “Isso vai resultar em aumento do PIB. Temos estudos mostrando aumento de 12% em 15 anos”, disse.
As falas do vice-presidente foram feitas durante e após evento de lançamento da nova fase do Programa Brasil Mais Produtivo, destinado à transformação digital de micro, pequenas e médias indústrias. “Apesar de as exportações não pagarem imposto, você já pagou quando comprou o aço, o pneu, o vidro. Ficou com crédito acumulado. Então vamos decidir o que fazer com esse crédito, se abater pagamento de tributos, enfim”, comentou.
Ainda sobre a reforma, Alckmin disse que o ideal seria o menor volume de exceções possível, por resultar em alíquota menor para o imposto unificado. “Porque quanto menor a alíquota do IVA, melhor. Mas, no mundo inteiro, onde tem IVA, temos exceções. O que não podemos é ter exceções demais”, afirmou.
Agência Estado







