
O presidente Lula (PT) indicou o ex-governador do Maranhão e atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB) para atuar como ministro do Supremo Tribunal Federal, vaga aberta em função da aposentadoria da ministra Rosa Weber, que deixou a Corte no dia 30 de setembro. Seu nome terá de ser aprovado por maioria no Senado.
Também nesta segunda-feira, o presidente da República indicou Paulo Gustavo Gonet Branco, atual vice-procurador-geral eleitoral junto ao Tribunal Superior Eleitoral, para o cargo de procurador-geral da República.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, elogiou hoje (27) a possibilidade de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva indique o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, como próximo ministro da Corte. Ele disse o mesmo da possível indicação do subprocurador Paulo Gonet como Procurador-Geral da República.

Sobre Dino, Barroso disse se tratar “de um juiz federal de alta qualidade, que foi secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça, foi um governador bem avaliado, de modo que se for essa a escolha do presidente, vai ser uma escolha feliz. É uma pessoa preparada”, disse o presidente do Supremo.
A respeito de Paulo Gonet, o ministro disse ser “um conceituado professor” e “nome de alta qualidade técnica e ética”. Quando era integrante do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Barroso trabalhou com o subprocurador, que é o atual vice-procurador-geral Eleitoral.
Barroso respondeu a perguntas de jornalistas durante a 24ª Conferência Nacional da Advocacia Brasileira, evento organizado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Belo Horizonte.
Desde o início da manhã, diversos veículos de imprensa divulgam a possibilidade de que Lula indique Dino e Gonet nesta segunda-feira (27). A cadeira no Supremo e a chefia da PGR encontram-se vagas há mais de 50 dias, ao aguardo de uma indicação pelo presidente da República.
Agência Brasil







