
O secretário de Saúde de Maracanaú, Capitão Wagner (UB), apontou que a última vez que falou com o ex-presidente Bolsonaro (PL) foi quando ele veio para Fortaleza no segundo turno.
“Falei com Flávio Bolsonaro no dia do aniversário dele, liguei pra ele. Tenho um respeito por ele também”, disse. “Mas é natural que o PL, por ter nomes em ascensão, lancem candidatos. Seria, da minha parte, um egoísmo muito grande pedir que o PL me apoiasse considerando o tamanho do PL e os nomes que ele tem aqui”.
“Logicamente que, em um eventual segundo turno e o PL tiver lá e eu não estiver e vice-versa, pela relação histórica, existe chance de ficarmos juntos. Estamos focados no projeto, não no debate ideologico, que, no momento, não agrega em nada. Sabemos que o eleitor não está preocupado com o debate nacional. Muito embora a gente saiba que as influencias, como Lula, Bolsonaro, Ciro, Camilo, Elmano, ajudam na eleição de Fortaleza”, apontou.
“Ele me ligou no dia seguinte e se retratou”, diz CW sobre André Fernandes que o chamou de “traíra”







