
Equipe Focus
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Cerca de 11 milhões de pessoas morrem todos os anos devido aos maus hábitos alimentares. O número é superior ao de mortes pelo consumo de cigarro ou decorrentes de hipertensão arterial, segundo novo estudo divulgado, neste mês, pelo Instituto de Medição e Avaliação da Saúde da Universidade de Washington (Health Metrics and Evaluation).
A pesquisa indica que uma a cada cinco mortes em 2017 estava associada à má alimentação, que provoca obesidade, doenças cardiovasculares, cânceres e diabetes tipo 2. “O grande problema é que a má alimentação é o primeiro passo para a obesidade, que é a mãe de todas as doenças. Muitas pessoas não cuidam do problema e precisam partir para as cirurgias e procedimentos de redução do estômago, visando não apenas a estética, mas sim a melhoria na saúde”, explica o cirurgião endoscopista, Helmut Poti.
Para buscar reverter o quadro, nutricionistas indicam a adoção de dietas que priorizam os alimentos à base de soja, feijão e outras fontes vegetais saudáveis. O cirurgião endoscopista explica que é necessário, mesmo depois de fazer cirurgias ou procedimentos, manter a boa alimentação. “Provavelmente, o paciente continuará com problemas de saúde. É necessário toda uma mudança na vida alimentar, é uma junção de atitudes que vai melhorar a saúde e vai evitar que algo pior aconteça”, conclui.







